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Gastroplastia endoscópica: uma NOVA opção para tratamento da obesidade

A medicina está evoluindo constantemente. Por isso, sempre surgem tendências nas mais diversas especialidades. Uma das mais promissoras em cirurgia bariátrica e metabólica é o tratamento da obesidade por endoscopia, ou a gastroplastia endoscópica.

Desse modo, para que você conheça melhor esse procedimento, destacamos abaixo as principais informações sobre a gastroplastia endoscópica. Leia atentamente e fique por dentro de todos os detalhes!

A gastroplastia endoscópica é uma cirurgia?

Sim. Trata-se de um procedimento cirúrgico realizado com auxilio de um aparelho de endoscopia. Ele reduz o tamanho do estomago a fim de adquirir um formato tubular por meio da aplicação de sutura ou pontos que provocam a invaginação da sua parede.

Por ser uma cirurgia, somente deve ser realizada em hospital e com o paciente devidamente anestesiado. Após o procedimento, ele permanece internado por até 24 horas.

Quem é candidato à gastroplastia endoscópica?

Talvez essa seja a dúvida mais frequente dos pacientes candidatos à gastroplastia endoscópica. E a resposta é: “aquela pessoa que não possui indicação de cirurgia bariátrica”. Ou seja:

  • Portadores de obesidade grau I (IMC entre 30-35) que não apresentam diabetes tipo 2;
  • Pacientes com obesidade grau II (IMC 35-40), sem qualquer tipo de doença associada.

Para pacientes com IMC maior ou na presença de outras comorbidades, o tratamento indicado é a cirurgia bariátrica e metabólica.

A gastroplastia endoscópica tem risco?

Como toda cirurgia, a gastroplastia endoscópica não é isenta de risco, embora sua incidência seja menor quando comparada às cirurgias tradicionais, como a gastrectomia vertical (2,2% vs. 9,17%).

Existe o risco de sangramento após o procedimento. Também podem ocorrer fistulas (extravasamento do conteúdo do estomago para dentro da cavidade abdominal levando à infecção), embora sejam extremamente raros.

A gastroplastia endoscópica pode ser utilizada como ponte para a cirurgia bariátrica?

Muitos médicos defendem a indicação da gastroplastia endoscópica para pacientes com risco cirúrgico elevado para a cirurgia bariátrica.

Contudo, é importante lembrar que o paciente que faz esse procedimento também será submetido a uma anestesia geral (com intubação) para realizar o procedimento, que tem duração similar a uma cirurgia bariátrica convencional.

Desse modo, essa talvez não seja uma boa indicação. Para esses casos, existem alternativas mais simples e com menor risco, em que o objetivo principal é promover uma perda de peso antes da cirurgia para diminuir o risco cirúrgico.

São opções que não alteram a anatomia do estômago, o que dificultaria uma eventual cirurgia no futuro.

Quantos quilos perderei após realizar esse procedimento?

Essa talvez seja a pergunta mais difícil de responder. Sabemos que o sucesso da perda de peso e manutenção em longo prazo depende, sobretudo, da mudança de hábitos após qualquer tipo de tratamento para a obesidade. Nesse sentido, o acompanhamento com uma equipe multidisciplinar é fundamental.

Embora o resultado seja extremamente variado para cada pessoa, estudos mostram que, quando comparada a cirurgias convencionais, como a gastrectomia vertical, a perda de peso total apresentada na gastroplastia endoscópica é significativamente menor (17,57% vs. 29,28%) após 1 ano do procedimento.

Porém, por ser um procedimento relativamente novo, não dispomos de resultados em longo prazo. E isso é crucial quando falamos em obesidade, uma doença crônica que acarreta elevado risco ao longo dos anos.

Em um estudo com 2 anos de acompanhamento após o procedimento, foi relatada perda de peso total de 19,5%, embora somente 18,18% dos pacientes tenham retornado para a reavaliação. Isso, obviamente, prejudicou a análise.

Fato é que os dados ainda são escassos para avaliar a eficácia deste procedimento no controle da obesidade. Por isso, é necessário maior tempo de acompanhamento desses pacientes.

Esse procedimento tem cobertura pelo plano de saúde?

Não. Somente após a regulamentação do CFM, a gastroplastia endoscópica será incluída no rol de procedimentos do Sistema Único de Saúde e dos planos de saúde, podendo passar a ter cobertura.

Conclusão

A gastroplastia endoscópica representa um grande avanço no tratamento da obesidade. Assim, é essencial que profissionais da área médica e potenciais pacientes fiquem atentos à evolução desse procedimento. É provável que essa tendência se torne uma alternativa amplamente usada nos próximos anos.

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